Sudão: mulher é condenada à forca por ter se casado com cristão

Um tribunal sudanês condenou nesta quinta-feira (15) uma mulher à forca por apostasia (abandono da fé) depois que ela deixou o Islã e se casou com um homem cristão. “Nós demos-lhe três dias para se retratar, mas você insiste em não retornar ao islamismo. Por isso, condeno-a a ser enforcada até a morte”, disse o juiz a mulher, segundo a rede BBC.
Embaixadas ocidentais e grupos que defendem os direitos civis pressionam o Sudão a respeitar o direito de Meriam Yehya Ibrahim Ishag de escolher sua religião. O Sudão tem uma população majoritariamente muçulmana e é regido pela lei islâmica. A imprensa local relata que a mulher condenada está grávida de oito meses e por isso a sentença só será realizada após dois anos.
O juiz também condenou a gestante a 100 chibatadas por adultério. Ele justificou que o casamento com um homem cristão não era válido e ela traiu a lei islâmica. No início da audiência, um clérigo islâmico falou com Meriam, que estava literalmente enjaulada no tribunal, por cerca de 30 minutos. O objetivo era forçá-la à renúncia do seu marido cristão e a volta ao islamismo. Ela não aceitou e, segundo relatos, calmamente disse ao juiz: “Eu sou cristã e eu nunca cometi apostasia”.
A Anistia Internacional disse que Meriam foi criada como uma cristã ortodoxa, religião de sua mãe, pois seu pai, um muçulmano, teria sido ausente durante a sua infância. No tribunal, o juiz se dirigiu a ela somente pelo seu nome muçulmano, Al-Hadi Adraf Mohammed Abdullah. Ela foi presa e acusada de adultério em agosto de 2013 por ter se casado com cristão e o tribunal acrescentou a acusação de apostasia, em fevereiro de 2014. A Anistia disse que Meriam tem o direito de casar com quem desejar, assim como seguir a religião que lhe convir, e deveria ser liberada imediatamente.

Centenas de cristãs são sequestradas e vendidas por muçulmanos

Desde o dia 14 de abril, mais de 200 jovens estão desaparecidas. Elas foram levadas de um internato em Chibok, cidade do Estado de Borno, na Nigéria. Seus sequestradores pertencem ao grupo radical islâmico Boko Haram, famoso por perseguir e matar os cristãos nigerianos.
As estudantes tinham entre 16 e 18 anos, e se tornaram o mais novo símbolo de uma campanha internacional contra o tráfico humano. O governo nigeriano já se mostrou impotente para combater o Boko Haram, que não aceita que mulheres tenham acesso à educação.
A mídia internacional tem falado sobre o sequestro sem parar. As notícias mais recentes dão conta que elas foram levadas para os países vizinhos: Chade e Camarões. Ali, foram vendidas por cerca de US$ 15 (35 reais). Algumas se tornaram esposas de quem as comprou, outras são escravas sexuais.
O elemento mais chocante desse história triste veio à tona neste final de semana, quando o líder do Boko Haram, Abubakar Shekau, gravou um vídeo onde explica: “Alá me disse para vendê-las, elas são propriedades Dele. Vou fazer o que ele me pediu”. Todas as meninas eram cristãs e o fato de um líder islâmico ter colocado isso como vontade de Deus gerou protesto de vários grupos que lutam contra a perseguição religiosa no mundo.
Também surgiu relato de uma jovem que conseguiu fugir. Ela conta que algumas dessas meninas foram vítimas de estupros coletivos, cerca de 10 vezes por dia. Deborah Sanya, de 18 anos, conta que conseguiu escapar mesmo arriscando ser morta pelos muçulmanos. Ela passou a noite num bosque junto com outra menina que fugiu com ela. Seu testemunho tem oferecido detalhes terríveis do que está por trás desse ato covarde.
Tomados pelo desespero, cristãos nigerianos saíram às ruas no dia 1º de maio para protestar. Eles exigem que o governo tome atitudes enérgicas e resgate as jovens. Mesmo assim, nada de concreto foi feito. Há mais de uma década, os militantes do Boko Haram usam da religião para tentar derrubar o governo e estabelecer um Estado islâmico na região.
Algumas fontes afirmam que o número de sequestradas é de 220, enquanto outros apontam para até 270. Não se sabe quantas estão vivas. A Associação Cristã da Nigéria, um dos maiores grupos a reunir igrejas no país tem feito campanhas de jejum e oração pelas jovens e pedem auxílio nesse sentido a todos os cristãos do mundo.  Com informações The Guardian, CNN e World Watch Monitor

Especialista em religião afirma que a China pode ter a maior população cristã

A China é considerada um dos países que mais persegue cristãos em todo o mundo. Oficialmente um país ateu e classificado como o 37º pior país em perseguição pelo “World Watch”, a China pode ver essa realidade mudar em breve, segundo estimativas feitas pelo especialista em religião Fenggang Yang, que afirma que o país terá a maior população de evangélicos do mundo em 2025.
Yang é professor de sociologia da Universidade de Purdue e autor de Religion in China: Survival and Revival under Communist Rule (Religião na China: Sobrevivência e restauração sob o regime comunista). Ele afirma que a população protestante da China irá chegar a 160 milhões em 2025, e ressalta que muitas pessoas ainda não estão preparadas para essa mudança.
- Pelos meus cálculos China está destinada a se tornar o maior país cristão do mundo muito em breve – afirmou Yang, ao jornal The Telegraph.
- E vai ser em menos de uma geração. Muitas pessoas não estão preparadas para esta mudança dramática – acrescenta.
Em 2010 a China tinha mais de 58 milhões de protestante, de acordo com o Fórum do Centro de Pesquisas Pew Research sobre Religião e Vida Pública. Yang afirma que a população cristã total da China, incluindo católicos, será de mais de 247 milhões de pessoas em 2030, colocando o país à frente até mesmo dos Estados Unidos, que tinha cerca de 159 milhões de protestantes em 2010.
O professor comenta ainda o fato de que quando os comunistas chegaram ao poder na China, em 1949, expulsaram os missionários cristãos e permitiram que as igrejas a funcionassem sob o controle do governo, em uma tentativa de eliminar a religião. Durante a Revolução Cultural dos anos 60 e 70 sob liderança de Mao Tsé-tung, que via a religião como “veneno”, os cristãos sofreram séria perseguição no país. Porém, o cristianismo continuou a crescer no país.
- Mao pensou que poderia eliminar a religião. Ele pensou que tinha conseguido isso. É irônico… Ele falhou completamente – afirma Yang.
Apesar do forte controle que o governo chinês exerce sobre as instituições religiosa, limitando sua atuação oficial, centenas de milhares de igrejas domésticas não oficiais, em grande parte nativas, existem em todo o país.

Com nova lei, cristãos podem ser mutilados e apedrejados até a morte em Brunei; entenda

O sultão de Brunei anunciou recentemente uma nova lei, baseada em punições criminais islâmicos, que vem sendo criticada por funcionários da ONU e representantes de outros grupos de direitos humanos.
Brunei é um pequeno país, de pouco mais de 420 mil habitantes, situado no sudeste da Ásia, e já vem praticando as leis islâmicas para regular assuntos civis, como as questões pessoais e familiares; mas agora as leis serão estendidas para cobrir infracções penais.
As novas penalidades da lei islâmica serão introduzidas ao longo do tempo, em um ou dois anos, e acabarão por incluir punições corporais graves, tais como: flagelação por adultério, amputação de membros por roubo, e apedrejamento até a morte por estupro e sodomia.
A primeira fase inclui leis por crimes como comer ou beber em público durante o mês de jejum do islã, que serão puníveis com multas e prisão. Leis que também se aplicam aos não-muçulmanos.
Em fevereiro, os especialistas em lei sharia do Ministério de Assuntos Religiosos anunciaram que os não-muçulmanos podem ser punidos por crimes como usar roupas indecentes que “envergonham o Islã”. O infrator pode ser preso por até seis meses, multado em até BN 2.000 (1,6 mil dólares), ou ambos.
Mesmo agora, é obrigatório para as mulheres de todas as religiões, incluindo cristãs usar um hijab (cobertura para a cabeça), se elas trabalham para o governo ou estão freqüentando locais públicos. No entanto, agora que o código penal baseado na sharia será promulgado, uma violação contra estas instruções religiosas serão criminalizadas.
O novo código penal cita também que os não-muçulmanos não podem mais compartilhar sua fé com muçulmanos e ateus. Os infratores correm o risco de ser multados em até BN 20.000 ($ 15.600), enviados para a prisão por até cinco anos, ou ambos. Essa regra cris um grande problema para as poucas escolas cristãs do país.
Outra restrição inclui uma lei que proíbe qualquer pai muçulmano de deixar não-muçulmanos cuidarem de seu filho. O ato é punível com uma pena de prisão de até cinco anos, uma multa de até BN 20.000 (15.600 dólares americanos), ou ambos.
Consequentemente, as pessoas que se convertem ao cristianismom pode perder a custódia de seu filho se sua nova fé for revelada.
- Todos os direitos dos pais são concedidos ao pai muçulmano, se uma criança nasce com os pais de fés diferentes, e os pais não-muçulmano não é reconhecido em qualquer documento oficial, incluindo certidão de nascimento da criança – criticou o Departamento de Estado dos EUA no Relatório Internacional sobre Liberdade Religiosa.
A implantação da lei tem sido vista com o um retrocesso por defensores dos direitos humanos, que afirmam de tratar de “punições medievais”, incompatíveis com o mundo moderno.
- A decisão de Brunei em implementar a lei sharia criminal é um enorme retrocesso para os direitos humanos no país. Constitui um movimento autoritário para implantar punições medievais brutais que não têm lugar no mundo moderno, do século 21, afirmou Phil Robertson, vice-diretor do divisão da Ásia da Human Rights Watch.

Com nova lei, cristãos podem ser mutilados e apedrejados até a morte em Brunei; entenda

O sultão de Brunei anunciou recentemente uma nova lei, baseada em punições criminais islâmicos, que vem sendo criticada por funcionários da ONU e representantes de outros grupos de direitos humanos.
Brunei é um pequeno país, de pouco mais de 420 mil habitantes, situado no sudeste da Ásia, e já vem praticando as leis islâmicas para regular assuntos civis, como as questões pessoais e familiares; mas agora as leis serão estendidas para cobrir infracções penais.
As novas penalidades da lei islâmica serão introduzidas ao longo do tempo, em um ou dois anos, e acabarão por incluir punições corporais graves, tais como: flagelação por adultério, amputação de membros por roubo, e apedrejamento até a morte por estupro e sodomia.
A primeira fase inclui leis por crimes como comer ou beber em público durante o mês de jejum do islã, que serão puníveis com multas e prisão. Leis que também se aplicam aos não-muçulmanos.
Em fevereiro, os especialistas em lei sharia do Ministério de Assuntos Religiosos anunciaram que os não-muçulmanos podem ser punidos por crimes como usar roupas indecentes que “envergonham o Islã”. O infrator pode ser preso por até seis meses, multado em até BN 2.000 (1,6 mil dólares), ou ambos.
Mesmo agora, é obrigatório para as mulheres de todas as religiões, incluindo cristãs usar um hijab (cobertura para a cabeça), se elas trabalham para o governo ou estão freqüentando locais públicos. No entanto, agora que o código penal baseado na sharia será promulgado, uma violação contra estas instruções religiosas serão criminalizadas.
O novo código penal cita também que os não-muçulmanos não podem mais compartilhar sua fé com muçulmanos e ateus. Os infratores correm o risco de ser multados em até BN 20.000 ($ 15.600), enviados para a prisão por até cinco anos, ou ambos. Essa regra cris um grande problema para as poucas escolas cristãs do país.
Outra restrição inclui uma lei que proíbe qualquer pai muçulmano de deixar não-muçulmanos cuidarem de seu filho. O ato é punível com uma pena de prisão de até cinco anos, uma multa de até BN 20.000 (15.600 dólares americanos), ou ambos.
Consequentemente, as pessoas que se convertem ao cristianismom pode perder a custódia de seu filho se sua nova fé for revelada.
- Todos os direitos dos pais são concedidos ao pai muçulmano, se uma criança nasce com os pais de fés diferentes, e os pais não-muçulmano não é reconhecido em qualquer documento oficial, incluindo certidão de nascimento da criança – criticou o Departamento de Estado dos EUA no Relatório Internacional sobre Liberdade Religiosa.
A implantação da lei tem sido vista com o um retrocesso por defensores dos direitos humanos, que afirmam de tratar de “punições medievais”, incompatíveis com o mundo moderno.
- A decisão de Brunei em implementar a lei sharia criminal é um enorme retrocesso para os direitos humanos no país. Constitui um movimento autoritário para implantar punições medievais brutais que não têm lugar no mundo moderno, do século 21, afirmou Phil Robertson, vice-diretor do divisão da Ásia da Human Rights Watch.

Cristãos voltam a ser crucificados na Síria

Enquanto a guerra civil continua arrasando a Síria, multiplicam-se os relatos de ataques de muçulmanos jihadistas a cidades predominantemente cristãs. O país está vendo desde 2011 a tentativa de extermínio do cristianismo ser o alvo principal dos guerrilheiros rebeldes.
Cristãos da cidade de Maaloula contaram como tiveram de fugir de sua cidade no final de 2013 após a chegada de extremistas islâmicos no início do mês passado. “Os jihadistas gritavam: converta-se ao Islã ou vocês serão crucificados como Jesus”, afirmam os sobreviventes.
Além de crucificações, de tempos em tempos surgem relatos de cristãos decapitados. No não passado circularam muitas imagens de cristãos tendo suas cabeças cortadas publicamente na cidade de Keferghan. Os fotógrafos da revista Time trouxeram à tona várias dessas fotos.
Esta semana novamente surgiram imagens fortes do martírio de cristãos na Síria. O Observatório Sírio dos Direitos Humanos, uma entidade civil com sede em Londres, divulgou imagens de execuções públicas na cidade de Raqqa, ao norte da Síria.
Existem vários relatos contraditórios na imprensa internacional, sem haver consenso se os homens foram mortos antes ou durante a crucificação. Outros afirmam que se tratam de execuções com motivação política e não religiosa.
O fato é que, segundo o Observatório Sírio, os executores pertencem a um grupo radical chamado Estado Islâmico do Iraque e da Síria (abreviados como ISIS em inglês). O mesmo que publicou vídeos terríveis da morte de cristãos no passado. Uma das faixas colocadas sobre os corpos diz apenas “Este homem lutou contra os muçulmanos”. Sabe-se que desde o início deste ano, os cristãos moradores de Raqqa começaram a ser cobrados por uma espécie de “imposto de proteção”. Os cultos não muçulmanos foram proibidos, assim como o uso de símbolos religiosos cristãos.


 Hoje, o papa Francisco afirmou durante a homilia da missa que realiza toda manhã em sua residência no Vaticano. “Eu chorei quando vi nos meios de comunicação a notícia de que cristãos tinham sido crucificados em certo país não cristão”. Ele citou passagens da Bíblia e lembrou a perseguição dos primeiros cristãos. O pontífice lembrou ainda que “existem países em que você pode ser preso apenas por levar o Evangelho”. A Rádio Vaticano vem dando espaço às declarações da freira Raghida, que vem denunciando a meses que cristãos são crucificados seguidamente nos povoados tomados por grupos de muçulmanos extremistas. Com informações Catholic Herald e CNN.

ESTE VÍDEO NÃO É DA SÍRIA, MAIS FOI UMA CRUCIFICAÇÃO HUMANA NO PAQUISTÃO, POSTEI PARA MOSTRA QUE A CRUCIFICAÇÃO É REAL NESSE PAÍSES :

Cristão são mortos e peseguidos no Sudão do sul - Veja o Video

"O massacre, ocorrido na semana passada, está entre os mais chocantes registrados no país desde que este passou a ser palco do atual conflito, em dezembro. A ONU estima que os conflitos já deixaram milhares de mortos e mais de 750 mil deslocados"


Corpos são vistos nas estradas, em mesquitas e igrejas, algo que causou indignação internacional. Enquanto a cidade de Bentiu tenta se recuperar do ocorrido, os rebeldes e o governo trocam acusações sobre quem é o responsável (assista ao vídeo produzido pela BBC).
Em um comunicado, o ministro das Relações Exteriores do Sudão do Sul acusou os rebeldes pelo massacre, mas estes negam responsabilidade, e culpam soldados do governo pelas atrocidades.
A missão da ONU no país diz que, como resultado da violência dos últimos dias, está agora protegendo cerca de 22 mil pessoas em sua base em Bentiu, mas enfatiza que nem isso garante sua segurança, pois campos da organização também foram atingidos em ataques recentes.
O conflito está fortemente ligado a questões étnicas, e contrapõe o presidente Salva Kiir, do grupo étnico Dink, e o ex-vice presidente e líder dos rebeldes, Riek Marchar, do grupo étnico Nuer.
A China, um dos principais investidores na indústria petrolífera do Sudão do Sul, também manifestou preocupação com a violência. O Sudão do Sul é o mais jovem país do mundo, tendo obtido sua independência do Sudão em 2011.
Em fevereiro desse ano, diversas igrejas foram atacadas e saqueadas no Sudão do Sul. Líderes cristãos clamaram por paz e reconciliação. Ore pelo centro de treinamento que a Portas Abertas mantém no país, a Faculdade Cristã Emanuel.